sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Vamos brindar a nostalgia!

O primeiro amor, a infância divertida, a adolescência rebelde, as lágrimas de saudade, os dias perfeitos, as saídas, as horas no telefone, os castigos, as diversas brigas, as festinhas de aniversário, o primeiro beijo, os bilhetinhos, as noites mal dormidas, os amigos reunidos, as cartas, as músicas, os shows, os filmes com brigadeiro e pipoca, os dias de sol, os de chuva abraçadinhos, as tendas de cobertor, os acampamentos de quintal, aquela água fria da praia molhando o pé, as danças desengonçadas, os batuques, as risadas descontroladas, as cosquinhas irritantes, os pedidos de desculpa, as demonstrações de carinho singelo, os gritos com o rosto no travesseiro, os choros em silêncio, as piadas, os textos escritos sem o menor talento, as poesias dádá, as suas poesias que adoro ler, os desabafos, o frio na barriga, a ansiedade, a unha roída, as sorvetadas, as tardes deitadas numa rede, o chamego na cama, a tarde dormindo, dormindo com você...


... E esse tempo que passa tão rápido, escorre pelas mãos que nem percebo direito.
Só quando olho pra trás e vejo, e penso. Foi bom.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Um choque de realidade de vez em quando é bom para percebermos que tudo tem um fim. Seja da melhor ou da pior forma possivel, só assim nos damos conta de que as coisas costumam mudar a nossa volta. Felicidades pra mim, para você e para todos.

Um sambinha pra me aquecer.

O mar pode nos afogar
Pode nos inundar
Com o seu rosto azul
Porém não consegue nos separar
Porque o amor respira sobre o mar

O ar pode nos ressecar
Pode nos carregar
Com o seu vento sul
Porém não consegue nos apagar
Porque o amor aumenta com o ar

Sempre que estiver à noite a chorar
Saiba que estarei aqui
Seco a água de seu pranto a soprar
Não demoras a sorrir

Se o vento é de levar
O mar é de trazer
De volta o que se vai
E a onda quer devolver
O amor de eu e você


Domenico, Amarante.
mas e se eu não conseguir te esquecer?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Um pouco de Kafka.

"Quando eu começava a fazer alguma coisa que não te agradava e tu me ameaçavas com o fracasso, então o respeito pela tua opinião era tão grande que com ele o fracasso era inevitável."