quinta-feira, 6 de maio de 2010
Muito amor.
palavras de amor, de sinceridade
um poema seu, pra você, sobre você
um verso em forma de rosa
uma rosa em forma de prosa
um sorriso doce e calmo
cabelos rebeldes
e uma sinfonia de olhares
Troca de caricias, de amares
um poema seu, totalmente teu
uma rima especial
pensando nesta tal de agonia
escutando o velho Sérgio
"Faixa Seis", mas tu não es.
Serenidade te descreve,
sinceridade sinonimo
amor gostoso, de sentir."
Poema feito recentemente, pelo nerd... Pra mim!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
AVC
De vidro estilhaçado
Forçado pelo mal
Pela doença alheia
Reze pela alma
Reze pela sanidade
Suas veias estão rompendo
Seu cérebro está morrendo
Beba um copo d’água
E tenha calma
Depois da tempestade, a calmaria
Suas veias estão gritando
Sua cabeça está doendo
Mas você é forte
De onde vem a força?
Vem de dentro!
Da vontade de viver
Mesmo que seja no passado esquecido
Suas veias vão calar, se acalmar
Sua vida relaxar
E deixar você deitar na rede
Da aposentadoria mais uma vez...
Por: Tiago Guillen
E eu agradeço muito aqueles que estavam e continuam do meu lado, me ajudando nesse momento dificil. E você nerd, é um desses. E eu te amo muito.
Obrigada por tudo, você é uma pessoa maravilhosa.
E esse post vai pra você, como forma de gratidão. Minha e de minha familia.
É bom quando tem alguém que acredita.
sábado, 31 de outubro de 2009
Nerd
domingo, 6 de setembro de 2009
Sobre aqueles textos e flores
Dezenas de versos poderiam sair
E em brumas terminar
Quando menciono o seu perfume doce de jasmim
Meus poemas perdem a rima
Posso escrever sobre orquídeas, margaridas e papoulas
Cor e sabor
Os jardins são os livros mais fáceis de ler
Hoje sorri a mãe natureza
Para amanhã sorrir a jovem gazela
Tiago Guillen (nerd :*) ~ clique AQUI e visite o seu blog.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Vamos lá...
Sempre soube que não podemos escolher o que vamos ser na vida de uma pessoa, mas podemos escolher o que ela será na nossa. Você é um grande amigo, e eu te amo muito. Se alguém fora você ler isto, estou certa que não entenderá. Então Nerd, mais um vez te amo demais.
Vamos lá, outra vez...
Não tenho muito o que falar ultimamente, nem para você nem para ninguém. As palavras estão simplesmente enferrujadas sabe? Foram dias de alegria, com certeza foram dias bastante movimentados e estranhos.
Nesses dias mesclei sentimentos dentro de uma tigela e os devorei pouco a pouco.
Saiba que eu te esperei, mas por dentro chegou um ponto em que eu não agüentava mais, queria chorar e estava desesperado. Nestes dias mórbidos, eu fazia de tudo para te esquecer, podes crer. Mas, tudo muda, mas eu só mudo minha cabeça se for melhor pra mim, e se eu estiver afim. Os sentimentos foram mudando, por mais que em um dia eu tenha pensado em desistir, este desejo fazia com que o sentimento se fortalecesse eu não me arrependo em determinado momento ter olhado para traz e pensado, que merda.
Ah mas entenda por favor, que tudo que eu fiz não foi apenas para ti, eu fiz por mim também. De certa forma, aquelas coisas que eu queria te falar vão ser ditas
sábado, 20 de dezembro de 2008
-
bem ao meu lado, sorrindo
tão alegre que contagia a alma
envenena este corpo mundano que entorpecido pelos desejos que querem me levar além do conhecimento de que estou vivo.
Guillen ♥
(Nerd, obrigada, gostei muito. =****)
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Penumbra
"Doce a água é!
Salgado são os
Peixinhos do mar
Que nadam
Sem rumo
E nem se quer
Lembram de tudo!
Amargo são
Os dedos dos pés
Que cutucam
A areia com tanta
Intensidade que
Nem se sabe por que!
Claras são as idéias
Escuros os sonhos
Lembranças na penumbra
Amarga a água é
Doce são os peixinhos
A nadar
Salgado os dedos dos pés
Enterrados na areia da praia
Nada sei do que falei
Apenas me veio em mente
Aquilo tudo que mente
Mentiras gostosas
De dizer."
terça-feira, 15 de julho de 2008
(...)
Ela, janela
João, chão
Por você teço sonhos eloqüentes
Praias desertas,
Florestas tropicais
Com você converso sobre os mais variados assuntos e
Coisas sérias.
Medos, amores, desejos e horrores
No seu beijo imagino a doce luz da lua
Carregando-me para outro mundo
Guillen
Acabei de te escrever, pois escrever me faz sentir que a leveza do vento é capaz de me carregar
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Pombos correio.
Conversa fiada
Só alegria, e um copo de água
Corre corre, pula corda
Nada morre na praia
Cansado de nada ter
E sempre esquecer
Ao teu lado, deitado
Olhando pro teto
O desejo amplo
Depois de hoje vem o ontem
Depois do amanha o por do sol
Você
O vento,
Os pombos correios
E minhas mensagens para você
Guillen.
Aaaa, te amo u.u'
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Bem vindo estranho.
Bem vindo estranho, aos salões de minhas memórias mais eloquentes e estranhas.
Pegue um candeeiro e me acompanhe, você não vai querer se perder no escuro vácuo de pensamentos. Venha veja os quadros em minha galeria expostos, e sinta toda a minha loucura, observe os meus desejos e cuidado para não confundir o que é meu e o que é seu. Caminhe devagar no prado mar dos sonhos, os sonhos são leves, mas podem te levar para muito longe. Mas não destrua as estátuas, largadas pela medusa em meus olhos, elas me lembram de coisas que eu não vi. Cuidado estranho, quando entrar nos aposentos do amor, seu cheiro é bom, seus espelhos reconfortantes, mas traiçoeiros. Transmite mais caos do que ordem, destrói mais do que constrói, te leva para lugares que nem o barqueiro pode te buscar. Sua luz está para se apagar, desça a escada devagar e olhe para o poço das almas perdidas apenas algumas vezes, neste caminho tortuoso. Elas vão querer que você não seja mais um estranho. Nos corredores do desespero vivido no passado cuidado para não ir pelo caminho errado, não gostaria de daqui a alguns anos encontrar um esqueleto novo em minha decoração. Veja o caminho que fiz no jardim do destino até agora, e perceba que sou tão novo quanto um mero mortal. É possível que tenhamos noções de tempo diferente, e se séculos são diferentes de meses para você, temos muito a conversar. A por favor, não me venha com esse olhar, eu não sou um enviado da morte, e quem em dera ser algum enviado pelo delírio. Ah, eu também respiro o mesmo ar que todos eles, mas sou apenas um passageiro, mais um nesse lugar. Estranho você ter vindo parar aqui, em minhas câmaras particulares, em meus devaneios, em minha melancolia. Cuidado com o degrau antes de sair.
Você não é mais bem vindo, adeus!
Guillen